Dentro de cada um que deseja a liberdade, existe um Cristo e um Barrabas.
O evangelho de Mateus registra detalhes diante da condenação de Jesus que revela as intenções do coração dos judeus. Este povo, contemporâneo do tempo de Jesus teve que tomar uma decisão imposta pelo governador Pilatos que julgava Jesus a pedidos de autoridades judaicas.
Pilatos estava consciente do quanto Jesus era justo, sabia da inveja dos acusadores e também fora avisado pela sua esposa sobre um sonho que a avisava para não fazer mal aquele homem. Porem Pilatos era o típico político, não queria se comprometer diante de um povo decidido a matar Jesus, incitados por suas lideranças.
Aqui se encontra o ponto importante deste post, Pilatos representante do governo deste mundo fez o que ate hoje este mundo faz quando encontra um povo disposto a ser livre.
Os judeus eram um povo escravo de Roma e desejava sobre tudo a redenção de sua nação, Jesus foi enviado justamente para lhes dar esta liberdade.
Jesus não queria somente tira-los de Roma, mas tirar a Roma de seus corações, com sua visão embaçada não viram em Jesus beleza alguma que os atraísse.
Então Pilatos ofereceu a eles o líder ideal para os homens, Barrabas grande líder humano que desejava sobre tudo a libertação dos judeus de Roma, Barrabas era como um revolucionário que desejava libertar Israel através da guerra, organizar um exercito armado para banir os romanos.
Barrabas com estas intenções foi preso por Pilatos que agora estava disposto a libertá-lo para o povo.
Uma escolha, Cristo ou Barrabas quem devera ser seu líder?
Temos que escolher, pois esta escolha precisa ser feita agora.
Liderança humana bem intencionada cheia de estratégia com aparência piedosa e muito poder humano?
Liderança aparentemente fraca sem poder disposta a morrer na cruz se necessário?
Estas intenções estão em nosso interior e quem você ira liberar Cristo ou Barrabas?
Estamos vivendo dias difíceis, acho que já disse isso por aqui..rs. Bom, Deus me deu um dom, o dom de ouvir as pessoas, de deixá-las contar como foi o seu passado, como é o seu presente e o que elas querem ser no seu futuro. Confesso que os últimos relatos que tenho escutado nessas ultimas semanas tem me feito refletir tanto! O decreto do inimigo na vida dessas pessoas é o de que elas são derrotadas, abandonadas, órfãos e alguns que nem convém citar!
Sabemos o quanto as palavras tem poder, o quanto tudo o que o inimigo quer é que essas pessoas tomem esses decretos como verdade em suas vidas.
Só que nós também temos que vencer esses decretos todos os dias, ou será que só eu ouço palavras do tipo: Você nunca vai conseguir isso, você não esta curada, você não é liberta?!
A palavra de Deus tem que ser o nosso escudo todos os dias, só ela tem o poder de derrotar o decreto dos nossos inimigos, só se vence palavras com A PALAVRA! Nós somos o que a Bíblia diz que nós somos, nós temos o que a Bíblia diz que nós temos e podemos fazer tudo aquilo que ela diz que podemos fazer!
Não deixe que o inimigo roube de você a sua identidade em Deus, lei a palavra, declare a palavra e viva uma vida abundante... Quando vi essa ilustração, vi claramente o que o inimigo tenta fazer com os filhos de Deus, dizendo que somos o que não somos, mas a essência de Deus está em você meu querido, voe, o Senhor nos fez para habitar nos lugares altos e conquistar coisas grandes!!!
Ilustração:
''Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas, embora a águia fosse o rei de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia. - De fato, disse o camponês, é uma águia, mas eu a criei como galinha. Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das grandes asas. - Não, retrucou o naturalista, ela é e será sempre uma águia, pois tem um coração de águia e este coração a fará um dia voar ás alturas. - Não, não, insistiu o camponês, ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - Já que você de fato é uma águia, abra suas asas e voe!
A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma galinha! - Não, tornou a insistir o naturalista, ela é uma águia e uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa e sussurrou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe! Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas. O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe disse…! - Não, respondeu firmemente o naturalista, ela é águia e possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã eu a farei voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo, pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre si mesma, e começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou… voou… até confundir-se com o azul do firmamento…''
''Mas os que esperam no senhor, renovarão as suas forças, subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão.'' ( Isaías 40:31)
Um dia
destes ao ouvir essa música do Ministério Vineyard de Piratininga (Fome), senti um forte aperto em meu peito e uma indagação surgiu em minha mente:
será que tenho sentido fome de Deus como sinto de alimentos? (fome da palavra,
fome do amor, fome do toque do Espírito Santo, fome da comunhão, fome de
conversar com o Pai).
Com essa
indagação martelando em minha mente, procurei ler algo sobre o assunto e
encontrei um texto muito edificante do Pastor José Mauro, no qual vou
compartilhar hoje no blog:
“Eis que
tenho suspirado por teus preceitos, vivifica-me por tua justiça...” (Salmos
119:40)
Quantas
vezes já chegamos ao horário de uma refeição sem apetite porque comemos alguma
coisa fora de hora; ou quantas vezes vimos nossos filhos recusarem uma
alimentação rica e saudável porque comeram alguma “bobagem”, como um chocolate
ou coisa parecida pouco antes do horário da refeição?
Um dia
desses, ao ler um artigo, fiquei refletindo sobre isso. Porque muitas pessoas, diante dos banquetes
espirituais que o Pai tem nos oferecido, ficam indiferentes, não desfrutam, não
se alimentam e consequentemente permanecem desnutridas espiritualmente,
mantendo-se vulneráveis às tentações e sem resistência diante das tantas lutas
que têm que enfrentar em sua vida cotidiana?
Não nos tem
faltado o suprimento que precisamos. Temos em nossos cultos um ambiente de fé,
um período de adoração intensa, regado de unção! Temos uma palavra rica cada
vez que nos reunimos, aprendemos princípios, somos exortados em amor, recebemos
uma visão clara do Reino de Deus. Além
disso, temos alimento nas células, nos grupos de discipulado, na Escola de
Crescimento. Isso tudo é disponível a todos os crentes da nossa comunidade. E
para aqueles que querem ir mais além, ainda temos os congressos e recebemos pregadores respeitados nas nações. Isso
sem falar nos momentos de unção, de derramar do Espírito Santo, quando
verdadeiros banquetes espirituais são servidos pelo Senhor ao seu povo.
Outra coisa
que alimenta o crente é a comunhão entre irmãos. Relacionamentos sadios onde
somos fortalecidos, curados, encorajados, amados e onde o Senhor derrama a sua
bênção (leia o Salmo 133).
Entretanto,
não faltam pessoas desnutridas no nosso no meio da igreja. Será que não temos
aceitado as guloseimas que o mundo oferece? Explico: Quando nos preocupamos em
ouvir demais os “conceitos” (segundo o dicionário: noção, ideia, opinião) do
mundo, através dos comentaristas dos jornais, opiniões dos incrédulos sobre
assuntos espiritualmente importantes, livros de auto-ajuda, novelas, entre
outras coisas, é muito provável que na hora de ouvir os “preceitos” (segundo o
dicionário: ordem, mandamento, instrução) de Deus, a nossa mente já esteja tão
congestionada com ideias e pensamentos seculares, que pouco, ou até mesmo nada
restará de apetite para a Palavra de Deus.
O mesmo se
aplica a adoração. A música, os cânticos, o louvor, são instrumentos de Deus
para nos fazer cheios do Espírito Santo (leia Efésios 5:18,19). Sabendo disso,
Satanás nos oferece outro tipo de alimento antes do nosso culto.
Porque será
que o domingo, tradicionalmente dia de culto ao Senhor, é o dia em que se
concentram os programas de auditório na TV, cheios de músicas e entretenimento
mundano?
Na maioria
desses programas, os apresentadores que promovem a imoralidade também têm se
tornado “milagreiros bondosos”, que dão casas lindas, restauram a autoestima de
gente que não se ama, entre outros benefícios que são dados a alguns e enchem a
expectativa de milhões de telespectadores que jamais serão alcançados por
aquela “bênção ilusória”
Se
permitirmos que as músicas cheias de imoralidade, sensualidade, adultério e
mentira invadam nossa casa e coração, ao chegarmos para o culto, já não teremos
espaço para o enchimento do Espírito na adoração.
Talvez por
isso muitos cheguem atrasados... Você já viu alguém faminto chegar atrasado
para uma boa refeição?
Muitos
também não desfrutam da comunhão com os irmãos e, pior que isto, até mesmo a
desprezam e rejeitam porque já estão supridos em seus relacionamentos com
incrédulos, desenvolvidos na roda dos escarnecedores, enfastiados por conversas
torpes e vazias, ficando assim totalmente desinteressados por relacionamentos
santos e sadios.
As minhas
perguntas para você são: Você verdadeiramente tem sentido aquela fome
desesperada por Deus? Fome da Palavra, fome da adoração, fome da
comunhão?
Se a sua
resposta é não, talvez você precise parar de se alimentar do pão mundano que
Satanás anda oferecendo.
Num momento de oração, orando ao Senhor, pedi a Deus que me ensinasse a viver cada dia, que eu fosse uma pessoa menos complicada, menos atrapalhada, que eu olhasse menos para trás, menos pros lados, e olhasse mais para Ele. Eu sabia que havia situações que eu não precisava sofrer tudo aquilo que eu estava sofrendo, e nem precisava chorar tudo aquilo que eu estava chorando e que às vezes ate ofendia o Senhor. E eu pedia perdão. Pedia perdão porque de repente parecia que eu tinha esquecido tudo que Ele fez, e quisesse que Ele provasse de novo pra mim que Ele é Deus, como se eu não o conhecesse. Pedi: Deus me ensina... Ensina-me a palavra que eu tenho que falar, o olhar que eu tenho que ter, o pensamento que eu preciso pensar, o sentimento que eu preciso sentir, a conclusão que eu tenho que tirar! Chega de andar enganado, complicado, atrasado, complexado, traumatizado... Que o Senhor possa me ensinar a cada dia de uma maneira livre e liberta como filha Dele… que essa minha adoração, no dia que o Senhor der de vida, que Ele possa me ensinar cada segundo!
Bispa Sônia
Uma canção:
A Palavra:
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e
humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Algumas coisas
tão comuns hoje em dia me causam extrema revolta. Acho desnecessário sentirmos saudade das
pessoas mais próximas a nós, como nossa família e amigos. É a famosa “falta de
tempo.”
Dia desses
conversava com meu amado pai:
_ Que
canseira, pai! Mal posso esperar o ano terminar, pra acabar a faculdade e estar
livre dessa rotina louca.
_ É a canseira
da vida, o que você sente filha. Ano que vem você não terá a faculdade, mas
terá novos objetivos e logo estará cansada na busca pelo cumprimento deles. Você
não pode se render a essa canseira, Jesus é nosso descanso.
Fiquei muda.
Essas sábias palavras falaram profundamente ao meu coração. Confirmaram aquilo
que há pouco eu descobri: o mundo é uma roda gigante que nos consome, um ciclo inacabável.
“Falta de
tempo” e “Cansaço” são as desculpas que mais usamos na vida. Triste. Ainda mais
triste quando percebemos que isso se intensifica ao passar dos anos. Fazer,
fazer, fazer e fazer pra ter e ter e ter e ter. Vício! Desperdício!
Quantas coisas
deixamos de fazer por não termos disposição? Quanto tempo perdemos dormindo ao
invés de ficar com aqueles que amamos? Estamos constantemente exaustos.
E quando Jesus
voltar? O que faremos? Vamos procurar
nosso diploma para levar conosco? Vamos apresentar nosso currículo no céu?
Vamos entrar pelas portas de ouro de carro do ano, vestidos com grifes?
O que vamos
levar? Nada.
Mas e os
sorrisos, as lembranças, as gargalhadas incontidas? Esses estarão na nossa bagagem.
Fazem parte de quem somos e de quem escolhemos ser.
Eu escolho os
sorrisos daqueles que amo, o choro ocasionado pelas nossas gargalhadas, o
abraço carinhoso, o beijo terno, os lugares e lembranças pelos quais passamos e
vivemos momentos preciosos.
Lembranças. É
tudo o que quero levar comigo.
“Quando eu era
menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas,
logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas
então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como
também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o
amor, estes três, mas o maior destes é o amor.“ 1 Coríntios 13:11-13
Ai de Ariel, Ariel, a cidade onde Davi acampou! Acrescentai ano a ano, e sucedam-se as festas. Contudo porei a Ariel em aperto, e haverá pranto e tristeza; e ela será para mim como Ariel. Porque te cercarei com o meu arraial, e te sitiarei com baluartes, e levantarei trincheiras contra ti. Então serás abatida, falarás de debaixo da terra, e a tua fala desde o pó sairá fraca, e será a tua voz debaixo da terra, como a de um que tem espírito familiar, e a tua fala assobiará desde o pó. E a multidão dos teus inimigos será como o pó miúdo, e a multidão dos tiranos como a pragana que passa, e num momento repentino isso acontecerá. Do SENHOR dos Exércitos serás visitada com trovões, e com terremotos, e grande ruído com tufão de vento, e tempestade, e labareda de fogo consumidor. E como o sonho e uma visão de noite será a multidão de todas as nações que hão de pelejar contra Ariel, como também todos os que pelejarem contra ela e contra a sua fortaleza, e a puserem em aperto. Será também como o faminto que sonha, que está a comer, porém, acordando, sente-se vazio; ou como o sedento que sonha que está a beber, porém, acordando, eis que ainda desfalecido se acha, e a sua alma com sede; assim será toda a multidão das nações, que pelejarem contra o monte Sião. Tardai, e maravilhai-vos, folgai, e clamai; bêbados estão, mas não de vinho, andam titubeando, mas não de bebida forte. Porque o SENHOR derramou sobre vós um espírito de profundo sono, e fechou os vossos olhos, vendou os profetas, e os vossos principais videntes. Por isso toda a visão vos é como as palavras de um livro selado que se dá ao que sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele dirá: Não posso, porque está selado. Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele dirá: Não sei ler. Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído; Portanto eis que continuarei a fazer uma obra maravilhosa no meio deste povo, uma obra maravilhosa e um assombro; porque a sabedoria dos seus sábios perecerá, e o entendimento dos seus prudentes se esconderá. Ai dos que querem esconder profundamente o seu propósito do SENHOR, e fazem as suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece? Vós tudo perverteis, como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Não me fez; e o vaso formado dissesse do seu oleiro: Nada sabe. Porventura não se converterá o Líbano, num breve momento, em campo fértil? E o campo fértil não se reputará por um bosque? E naquele dia os surdos ouvirão as palavras do livro, e dentre a escuridão e dentre as trevas os olhos dos cegos as verão. E os mansos terão gozo sobre gozo no SENHOR; e os necessitados entre os homens se alegrarão no Santo de Israel. Porque o tirano é reduzido a nada, e se consome o escarnecedor, e todos os que se dão à iniqüidade são desarraigados; Os que fazem culpado ao homem por uma palavra, e armam laços ao que repreende na porta, e os que sem motivo põem de parte o justo. Portanto assim diz o SENHOR, que remiu a Abraão, acerca da casa de Jacó: Jacó não será agora envergonhado, nem agora se descorará a sua face. Mas quando ele vir seus filhos, obra das minhas mãos no meio dele, santificarão o meu nome; sim, santificarão ao Santo de Jacó, e temerão ao Deus de Israel. E os errados de espírito virão a ter entendimento, e os murmuradores aprenderão doutrina. Isaías 29:1-24
Quem aqui está passando por dias difíceis, dias de pressão, de dor, de quebrantamento? Quem aqui se sente como o barro que está sendo amassado, levante a mão aí? rsrs
E eu lhe pergunto meu querido, por que é necessário estarmos na casa do Oleiro? Por que é necessário ser amassado por Ele (Oleiro- Deus), quebrado, refeito? Jeremias 18:1 -6
Porque só assim Ele arrancará de nós todas as impurezas que tem no barro, porque só assim será restaurado as rachaduras que tem deixado escorrer todo azeite que temos recebido, porque só assim nos pareceremos mais com Yeshua!
A dor é necessária, mas nada se compara com a Glória que em nós ira de ser revelada! Rm: 8:18
Permita- se estar na casa do Oleiro, e deixe que ele faça de ti um vaso para Honra.